Frases sobre Criaturas

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Frases de criaturas escritos por poetas consagrados, filósofos e outros autores famosos. Conheça estes e outros temas em Poetris.

A multidão: esse enorme pedaço de monstruosidade que, considerada a partir dos seus elementos, parece feita de homens e das criaturas sensatas de Deus; mas, considerada como um todo, forma uma enorme besta e uma monstruosidade mais horrível do que Hidra.

Perdoar é próprio de almas generosas; guardar rancor é próprio de criaturas duras e cruéis, de gente má e baixa.

A sociedade é uma colecção de cidadãos ou fantasmas, criaturas expulsas da Existência natural, por interesse colectivo. Que são os homens, diante do Homem?

A religi√£o √© o suspiro da criatura aflita, o estado de √Ęnimo de um mundo sem cora√ß√£o, porque √© o esp√≠rito da situa√ß√£o sem esp√≠rito. A religi√£o √© o √≥pio do povo.

O povo nunca é humanitário. O que há de mais fundamental na criatura do povo é a atenção estreita aos seus interesses, e a exclusão cuidadosa, praticada sempre que possível, dos interesses alheios.

Sou uma criatura que necessita de trabalhar e trabalhar muito; felizmente que um trabalho como o meu √© muito bem pago e tem as suas compensa√ß√Ķes, principalmente uma, que em extremo me agrada: distrair-me. √Č isto que eu procuro na vida, sempre e a prop√≥sito de tudo, com um af√£ com que todos os mortais procuram a sempre decantada e fugidia felicidade.

Sou uma criatura vulgarmente educada, vulgarmente inteligente, vulgarmente cultivada. Tudo vulgar, querida, tudo!

A primeira sensa√ß√£o que experimento ao encontrar-me na presen√ßa de uma criatura humana, por humilde que seja a sua condi√ß√£o, √© da igualdade origin√°ria da esp√©cie. Uma vez dominado por esta ideia, preocupa-me muito mais do que ser-lhe √ļtil ou agrad√°vel, o n√£o ofender nem ao de leve a sua dignidade.

N√≥s, os homens, que nos julgamos intelig√™ncias de gravata, somos ridiculamente arrogantes da nossa superioridade. Imaginamo-nos criaturas privilegiadas com dois sentidos mais que o homem simples, sincero como a natureza o produziu, e n√ļ dos enfeites da arte, que formam uma segunda natureza, com a qual falseamos todas as propens√Ķes ing√©nuas da primeira. √Č bem tola a nossa soberba!

O cinema só trata daquilo que existe, não daquilo que poderia existir. Mesmo quando mostra fantasia, o cinema agarra-se a coisas concretas. O realizador não é criador, é criatura.

¬ęO povo que andava nas trevas viu uma grande luz¬Ľ (Isa√≠as 9:1). Esta profecia de Isa√≠as nunca deixa de comover-nos, especialmente quando a ouvimos na liturgia da Noite de Natal. Comove-nos porque diz a realidade profunda daquilo que somos; somos criaturas em movimento, e ao nosso redor – e tamb√©m dentro de n√≥s –¬† h√° sombras de luz.

O próprio Deus criou a sexualidade, que é um presente maravilhoso para as suas criaturas. Quando se cultiva e se evita o seu descontrolo, é para impedir que se verifique o empobrecimento de um valor autêntico.

Eis o sonho de Deus para a sua criatura dileta: vê-la realizada na união de amor entre homem e mulher; feliz no caminho comum, fecunda na doação recíproca.

Job √© a imagem de todos os homens e de todas as mulheres que sofrem. Job √© o grito de todas as criaturas humanas perante o sofrimento. Na sua desgra√ßa, lamenta-se e pergunta: ¬ęPorqu√™?¬Ľ

Quando se fala de ciência, o pensamento vai imediatamente para a capacidade do homem de conhecer sempre melhor a realidade que o circunda e de descobrir as leis da natureza e do Universo. A ciência que vem do Espírito, porém, não se limita ao conhecimento humano; é um dom especial, que nos leva a discernir, através da Criação, a grandeza e o amor de Deus e a sua relação profunda com todas as criaturas.

Que pode uma criatura senão, entre outras criaturas, amar? amar e esquecer, amar e malamar, amar, desamar, amar? sempre, e até de olhos vidrados, amar?