Frases sobre Raz√£o

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Frases de razão escritos por poetas consagrados, filósofos e outros autores famosos. Conheça estes e outros temas em Poetris.

Normalmente, convencem-nos com mais facilidade as raz√Ķes que n√≥s pr√≥prios encontramos do que as que vieram ao esp√≠rito dos outros.

Não contraria a razão preferir a destruição do mundo inteiro a um arranhão no meu dedo.

A verdade consegue impor-se apenas na medida em que nós a impomos; a vitória da razão só pode ser a vitória daqueles que a possuem.

Existir √© algo; isso esmaga todas as raz√Ķes. Nenhuma raz√£o pode conceder a exist√™ncia, nenhuma exist√™ncia pode dar as suas raz√Ķes.

As coisas não passam pelo que são, mas pelo que parecem. Raros são os que olham por dentro e muitos os que se contentam com as aparências. Apenas ter razão não basta; que o semblante também o demonstre.

Diz-se que nós, os portugueses, não somos romancistas ou filósofos. A razão deve ser essa Рa de sermos dispersivos, preguiçosos, avulsos. E é por essa razão que somos poetas líricos.

Gente é tão louca e no entanto tem sempre razão. Quando consegue um dedo, já não serve mais, quer a mão. E o problema é tão fácil de perceber, é que gente nasceu pra querer.

J√° trazes ao nascer a tua filosofia. As raz√Ķes? Essas v√™m posteriormente, Tal como escolhes, na chapelaria, A f√īrma que mais te assente…

Pensar é o trabalho mais pesado que há, e, talvez, seja essa a razão para tão poucas pessoas se dediquem a tal tarefa.

‘Meu pa√≠s, com raz√£o ou n√£o’ √© uma coisa que nenhum patriota poderia sequer pensar em dizer, excepto num caso de desespero. Pois tal seria o mesmo que dizer: ‘Minha m√£e, b√™beda ou s√≥bria’.

Qualquer pessoa pode encolerizar-se. √Č f√°cil. Mas encolerizar-se com a pessoa certa, no grau certo, no momento certo, pela raz√£o certa e da forma certa – isso n√£o √© f√°cil.

Faltam-nos hoje n√£o apenas mestres da vida interior, mas simplesmente da vida, de uma vida total, de uma exist√™ncia digna de ser vivida. Faltam cart√≥grafos e testemunhas do cora√ß√£o humano, dos seus infindos e √°rduos caminhos, mas tamb√©m dos nossos quotidianos, onde tudo n√£o √© e √© extraordinariamente simples. Falta-nos uma nova gram√°tica que concilie no concreto os termos que a nossa cultura tem por inconcili√°veis: raz√£o e sensibilidade, efic√°cia e afetos, individualidade e compromisso social, gest√£o e compaix√£o, espiritualidade e sentidos, eternidade e instante. Ser√° que do instante dos sentidos podemos fazer uma m√≠stica? N√£o tenhamos d√ļvidas: o que est√° dito permanece ainda por dizer.