Frases sobre √Čpoca

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Frases de época escritos por poetas consagrados, filósofos e outros autores famosos. Conheça estes e outros temas em Poetris.

O bem e o mal tem a mesma face, o mesmo rosto, tudo depende da época, do momento, do instante em que cruzam o caminho de cada ser humano.

Diante da vastidão do tempo e da imensidão do universo, é um imenso prazer para mim dividir um planeta e uma época com você.

As concep√ß√Ķes religiosas, est√©ticas e morais n√£o foram, por certo, numa qualquer √©poca desconhecida, sen√£o uma s√≥.

Quanto mais universal o génio, tanto mais facilmente será aceite pela época imediatamente seguinte porque mais profunda será a sua crítica implícita da sua própria época.

Em época de paz, os filhos enterram os pais, enquanto em época de guerra são os pais que enterram os filhos.

A arte n√£o pode ser pol√≠tica, nem sujei√ß√£o social, nem glosa duma ideia que faz √©poca; nem mesmo pode estar de qualquer forma aliada ao conceito ¬ęprogresso¬Ľ. √Č algo mais. √Č o pr√≥prio alento humano para l√° da morte de todas as quimeras, da fadiga de todas as perguntas sem solu√ß√£o.

Em todas as √©pocas da hist√≥ria a hora que se apresentou actual foi de indecis√£o e de escolha; em todas elas, para que alguma obra surgisse, foi necess√°rio um projecto; o projecto parte do presente, s√≥ pode existir mesmo no presente, mas √© uma condi√ß√£o de futuro; simplesmente, para que ele se realize, para que depois nele se baseiem outras organiza√ß√Ķes de ideias, √© necess√°rio um acto de vontade.

…Numa √©poca de superpopula√ß√£o crescente, de crescente superorganiza√ß√£o e de meios de comunica√ß√£o cada vez mais eficientes com as massas, como podemos manter intactos a integridade e reafirmar o valor do ser humano individual?

Só se pode julgar um escritor depois de terem morrido todos os críticos da sua época.

Criminosos s√£o uma pequena minoria em qualquer √©poca ou pa√≠s. E o dano que eles causaram √† humanidade √© infinitesimal quando comparado com os horrores ‚Äď o derramamento de sangue, as guerras, as perseguis√Ķes, a fome, as escraviza√ß√Ķes, as destrui√ß√Ķes em grande escala ‚Äď perpetradas pelos governos da humanidade. Potencialmente, o governo √© a mais perigosa amea√ßa aos direitos do homem: ele mantem o monop√≥lio do uso de for√ßa f√≠sica contra v√≠timas legalmente desarmadas. Quando irrestrito e ilimitado pelos direitos individuais, um governo √© o mais mortal inimigo do homem.

Da velha confusão de teorias médicas, da grande época obscura do empirismo, como um dogma da ciência de então, uma forma errónea e cheia de preconceito, como se fora um mandado religioso e por isso mesmo eivado de má fé, surgiu com esta frase perturbante: O homem é omnívoro. Como à boca se pode levar tudo que se queira, daí resultou essa monstruosidade deturpante da humanidade!

O Natal √© um tempo de benevol√™ncia, perd√£o, generosidade e alegria. A √ļnica √©poca que conhe√ßo, no calend√°rio do ano, em que homens e mulheres parecem, de comum acordo, abrir livremente seus cora√ß√Ķes.

Uma v√≠bora envenena um homem, mas um homem sozinho arrasa uma capital. Os grandes monstros n√£o chegam verdadeiramente na √©poca secund√°ria; aparecem na √ļltima, com o homem. Ao p√© de um Napole√£o, um megalossauro √© uma formiga.

O Natal é um tempo em que, de todas as épocas do ano, a memória de todos os sofrimentos, erros e problemas no mundo à nossa volta, se tornem bem presentes, não menos do que as nossas próprias vivências, por todo o tempo.