Frases sobre Últimos

253 resultados
Frases de últimos escritos por poetas consagrados, filósofos e outros autores famosos. Conheça estes e outros temas em Poetris.

Se hoje fosse o último dia de minha vida, queria fazer o que vou fazer hoje? E se a resposta fosse Não muitos dias seguidos, sabia que precisava mudar algo.

Como se passa da juventude à maturidade? Quando começamos a aceitar os nosso próprios limites. Tornamo-nos adultos quando nos relativizamos e tomamos consciência «daquilo que nos falta». Como é belo sermos homens e mulheres! Que preciosa é a nossa existência! No entanto, há uma verdade que na história dos últimos séculos o homem muitas vezes rejeitou, com trágicas consequências: a verdade dos seus limites.

Tudo quanto o espírito inventivo do homem criou nos últimos cem anos, poderia assegurar-nos uma vida despreocupada e feliz se o progresso em matéria de organização tivesse caminhado a par do progresso técnico. Mas, assim, tudo quanto se conseguiu à custa de muito esforço, lembra, nas mãos da nossa geração, uma lâmina de barbear na mão duma criança de três anos. A aquisição de maravilhosos meios de produção não nos trouxe a liberdade, mas sim a preocupação e a fome.

Quem afirma que não é feliz, poderia sê-lo com a felicidade do próximo, se a inveja lhe não tirasse esse último recurso.

A consciência é a última e mais tardia evolução da vida orgânica e, por conseguinte, o que nela existe de menos acabado e de mais frágil.

Tudo isso me faz acreditar que o Sr. seria o último dos homens do mundo com quem eu me casaria. Orgulho e Preconceito

A música em si vai-se tornar em algo como água corrente ou electricidade. Assim, sendo, aproveita estes últimos anos porque nada disto vai alguma vez acontecer de novo. É melhor estares preparado para fazeres um monte de digressões porque é realmente a única situação que se vai manter.

Não diga ‘está tudo acabado’ se ainda existe um último pulsar do amor. Dê-lhe uma chance, reviva-o. Ficar sem amor é como ter luz, não acendê-la, e viver na escuridão!

No correr da última cena, notei que Einstein enxugava os olhos – mais uma prova de que os cientistas são incuravelmente sentimentais.

A primeira coisa que morre em o homem é a língua e a última coisa que lhe acaba é o coração. Será talvez porque a língua é que viveu mais desunida e por isso mais solta. O coração morre com menos pressa, porque todo o sangue se une para sua defesa.

Creio que o amor por uma paisagem pode ser sensual. Muitas coisas relevam da sexualidade. É um abismo. Mesmo a morte é um ato sexual, o mais virtuoso, o mais belo, o último.

A procura da verdade – seja a verdade subjectiva do convencimento, a objectiva da realidade, ou a social do dinheiro ou do poder – traz sempre consigo, se nela se emprega quem merece prémio, o conhecimento último da sua inexistência.