Interrogativas

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Interrogativas para ler e compartilhar. Conheça estes e outros temas em Poetris.

Crise? Seja paciente. Prove que ama não pondo seu amor à prova, afinal de que vale no peito ter amor e na língua um punhal? Fale, entenda-se. Amor é união, é sentir o outro como se fosse a extensão de si mesmo!

Com uma tal falta de literatura, como há hoje, que pode um homem de génio fazer senão converter-se, ele só, em uma literatura?

Por que é que o sofrimento dos animais me comove tanto? Porque fazem parte da mesma comunidade a que pertenço, da mesma forma que meus próprios semelhantes.

O sábio respondeu: ?podemos cometer alguns excessos de vez em quando. Mas é sempre bom parar, e refletir sobre o que fazemos na vida?.

Como um fabricante de armadilhas desajeitado que acaba sempre prisioneiro das engrenagens que produz, também nós inventamos o tempo e nunca temos tempo. Os nossos relógios nunca dormem. Quantas vezes o tempo é a nossa desculpa para desinvestir da vida, para perpetuar o desencontro que mantemos com ela?

Quem definirá um dia essa Maldade obscura e misteriosa das coisas, que inspirou aos gregos a concepção indecisa da Fatalidade?

Levar insidiosamente o próximo a uma boa opinião de nós e, depois, acreditar piamente nessa boa opinião: quem consegue imitar nesta habilidade as mulheres?

O voar não vem da asa. O beija-flor tão abreviadinho de asa, não é o que voa mais perfeito?

Reflua a mão se erguê-la para agredir quem ama. O corpo de quem ama está pronto para o carinho, não para a ira. Quem é capaz de agredir quem ama, o que não fará com quem odeia?

Por que nos conhecemos? Por que o acaso o quis? Foi porque através da distância, sem dúvida, como dois rios que correm a unir-se, nossas inclinações particulares nos impeliram um para o outro.

Apenas se deveriam ler os livros que nos picam e que nos mordem. Se o livro que lemos não nos desperta como um murro no crânio, para quê lê-lo?

Cada momento de nossa realidade é diretamente influenciado pela nossa maneira de achar como uma “realidade” deve ser.

É possível que a razão e o desejo descubram primeiro aos meus olhos o perfil nú do futuro, e que eu de facto me mova passo a passo para este mesmo futuro apenas debaixo dos seus empurrões e dos seus golpes inexoráveis?