Por que quero fazer de mim um herói? Eu na verdade sou anti-heroica. O que me atormenta é que tudo é por enquanto, nada é sempre.
Interrogativas
1573 resultadosO amor? Começa com grandes palavras, continua com palavrinhas, termina com palavrões.
Se o pessoal não entendeu os Beatles e os anos 60, o que é que eu posso fazer?
Obstinação e calor na argumentação são provas seguras de loucura. Há lá alguma coisa tão teimosa, porfiada, desdenhosa, contemplativa, grave e séria, como um burro?
Até quando, enfim, ó Catilina, abusarás da nossa paciência?
(O Brasil) é um país novo, de que eu gosto há muitos anos. É um país optimista, não está cansado, não está desiludido, sem esperança. Mesmo que agora haja tanta asneira feita no Brasil, todos os dias, não é? Só que eles têm espaço e tempo para uma maior dose de asneira do que nós.
Toda a palavra pronunciada é falsa. Toda a palavra escrita é falsa. Toda a palavra é falsa. Mas o que existe sem palavras?
Supomos estar vivos, mas quem nos garante, a não ser os outros que supõem a mesma coisa?
O repórter pergunta ao velho Churchill, aos 80 ou 90 e poucos anos… – Churchill, qual o segredo dessa longevidade? – O esporte, meu caro, o esporte… nunca o pratiquei.
As paixões perdoam tão pouco quanto as leis humanas, e raciocinam com mais justeza: não se apoiam elas numa consciência que lhes é própria, infalível como o é um instinto?
De que valia dormir se ela não adormecia os sonhos? (…) De que servia cantar se a sua alma acabara ensurdecendo?
Para quê alcançar os astros!? Para quê!? Para os desfolhar, por exemplo, como grandes flores de luz! Vê-los, vê-os toda a gente. De que serve então ser poeta se se é igual à outra gente toda, ao rebanho?…
Agir, eis a inteligência verdadeira. Serei o que quiser. Mas tenho que querer o que for. O êxito está em ter êxito, e não em ter condições de êxito. Condições de palácio tem qualquer terra larga, mas onde estará o palácio se não o fizerem ali?
Eu prefiro olhar para trás e dizer: ?Eu não posso acreditar que fiz isso.? Do que dizer ?Eu gostaria de ter feito isso.
Não estarei destruindo meus inimigos quando os transformo em amigos?
Um beijo, afinal de contas, o que é? Um juramento feito um pouco mais de perto, uma promessa.
Em meio da vida sempre se faz a inexistente conta: temos mais ontens ou mais amanhãs?
Que erro será esse? E que necessidade tinha ele de vir lançar-me este enigma no coração?
Quanto é mais eficaz e poderosa para mover os ânimos dos homens a esperança das coisas próprias, que a memória das alheias?
Quem, em prol da sua boa reputação, não se sacrificou já uma vez – a si próprio?