Frases sobre Rosto

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Frases de rosto escritos por poetas consagrados, filósofos e outros autores famosos. Conheça estes e outros temas em Poetris.

Que monstruosidades poderiam andar nas ruas onde os rostos de algumas pessoas são tão incompletos como suas mentes.

Os meus dias de ontem caminham comigo. Eles mantêm o passo, são os rostos cinzentos que espreitam por cima do meu ombro.

Nós sentimo-nos sempre mais jovens do que realmente somos. Trago dentro de mim próprio os meus rostos anteriores, tal como a árvore contém os seus anéis. A soma deles sou eu. O espelho apenas vê o meu rosto mais recente, enquanto que eu conheço todos os meus rostos anteriores.

O meu desejo é fugir. Fugir ao que conheço, fugir ao que é meu, fugir ao que amo. (…) Quero não ver mais estes rostos, estes hábitos e estes dias.

Há uma doce luz no silêncio, e a dor é de origem divina. Permita que eu volte o meu rosto para um céu maior que este mundo, e aprenda a ser dócil no sonho como as estrelas no seu rumo.

Nesta idade, os rostos dizem tudo. A palavra é inútil. Há jovens cuja fisionomia diz mais do que a boca. Olha-se para eles e fica-se a conhecê-los.

Com um sorriso satânico em seu rosto, o jovem judaico de cabelos negros esconde-se na espera da garota inocente que ele suja com seu sangue, roubando-a assim de sua gente.

A mulher, que à beleza do rosto une a beleza da alma, aos encantos da natureza os da virtude, bem pode passar na terra por uma imagem do céu.

A memória em si própria está cheia de ácido, e acabará por não restar mais do que todos os gritos de dor, e de todos os rostos horrorizados do passado, com apelos cada vez mais surdos, dos quais vislumbramos contornos vagos.

Assim como, por costume, olhamos para um relógio parado como se ele ainda estivesse em funcionamento, assim também olhamos para o rosto de uma bela mulher como se ainda a amássemos.

Sem um pensamento: apenas corpo se movimentando calmo, rosto pleno de uma suave esperança que ninguém dá e ninguém tira.

A quem foram oferecidos em abundância,
dons com rosto amigo,
com aquele silêncio púdico,
aceita o dom que te faz.

Não quero adultos nem chatos. Quero-os metade infância e outra metade velhice! Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto; e velhos, para que nunca tenham pressa.