Cita√ß√Ķes sobre Atua√ß√Ķes

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Tanto para o homem como para mulher existe campo espec√≠fico de atua√ß√£o. O homem se caracteriza por sua for√ßa dirigida para fora do lar e a mulher se caracteriza por sua percep√ß√£o delicada e atenciosa das coisas dentro do lar. As mulheres tamb√©m podem sair do √Ęmbito dom√©stico e atuar em √°reas externas, mas √© preciso que elas atuem de modo a unir as respectivas caracter√≠sticas femininas, como, por exemplo, ‚Äėser carinhosa, zelosa e atenta √†s pequenas coisas‚Äô, e tornar maior o seu efeito. Se as mulheres se masculinizarem, adotando as caracter√≠sticas do homem e destru√≠rem a eterna beleza da feminilidade criada pelos C√©u e Terra, causar√£o um preju√≠zo infinitamente grande para o Universo.

Nada é Complicado se nos Prepararmos Previamente

Se, antes de começarmos a falar, determinarmos e escolhermos, previamente, as palavras, a nossa conversa não será vacilante nem ambígua. Se em todos os nossos negócios e empresas determinarmos e planearmos, previamente, as etapas da nossa actuação, obteremos o êxito. Se determinarmos com bastante antecedência a nossa norma de conduta na vida, em nenhum momento seremos assaltados pela inquietação. Se sabemos, previamente, quais são os nossos deveres, será fácil darmos-lhes cumprimento.

A Glória e a Consciência

Preparamo-nos para as circunst√Ęncias eminentes mais por gl√≥ria do que por consci√™ncia. A maneira mais curta de alcan√ßar a gl√≥ria seria fazer por consci√™ncia o que fazemos pela gl√≥ria. E a virtude de Alexandre parece-me apresentar muito menos vigor no seu espect√°culo do que o faz a de S√≥crates naquela actua√ß√£o banal e obscura. Facilmente imagino S√≥crates no lugar de Alexandre; Alexandre no lugar de S√≥crates, n√£o consigo. Se algu√©m perguntar √†quele o que sabe fazer, ele responder√° ¬ęsubjugar o mundo¬Ľ; a quem perguntar a este, ele dir√° ¬ęconduzir a vida humana em conformidade com a sua condi√ß√£o natural¬Ľ – ci√™ncia bem mais geral, mais dif√≠cil e mais leg√≠tima. O m√©rito da alma n√£o consiste em ir alto, e sim ordenadamente.

As Três Fases da Moralidade

Temos o primeiro sinal de que o animal se tornou homem, quando a sua actua√ß√£o j√° n√£o se relaciona com o bem-estar moment√Ęneo, mas com o duradouro, pro¬≠va de que o homem adquire o sentido do “√ļtil”, do “adequado”: √© ent√£o que, pela primeira vez, irrompe o livre senhorio da raz√£o. Um est√°dio ainda mais ele¬≠vado √© alcan√ßado, quando ele age consoante o prin¬≠c√≠pio da honra; gra√ßas ao mesmo, ele adapta-se, sub¬≠mete-se a sentimentos comuns, e isso ergue-o muito acima da fase, em que s√≥ a utilidade entendida em termos pessoais o guiava: ele respeita e quer ser res¬≠peitado, isto √©, entende o proveito como dependente do que ele opina acerca dos outros, do que os outros opinam acerca dele. Finalmente, na fase mais eleva¬≠da da moralidade em uso at√© agora, ele age segundo o seu crit√©rio quanto √†s coisas e √†s pessoas, ele pr√≥prio determina para si e para outros o que √© honroso, o que √© √ļtil; tornou-se o legislador das opini√Ķes, em conformidade com o conceito cada vez mais desen¬≠volvido do √ļtil e do honroso. O conhecimento habi¬≠lita-o a preferir o mais √ļtil, ou seja, a colocar o pro¬≠veito geral e duradouro √† frente do pessoal, a respeitosa estima de valia geral e duradoura √† frente da moment√Ęnea;

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Novos Valores para a Sociedade

Se pensarmos na nossa vida e na nossa actua√ß√£o, em breve notaremos que quase todas as nossas aspira√ß√Ķes e ac√ß√Ķes est√£o ligadas √† exist√™ncia de outros homens. Reparamos que, em toda a nossa maneira de ser, somos semelhantes aos animais que vivem em comum. Comemos os alimentos produzidos por outros homens, usamos vestu√°rio que outros homens fabricaram e habitamos casas que outros constru√≠ram. A maior parte das coisas que sabemos e em que acreditamos foi-nos transmitida por outros homens, por meio duma linguagem que outros criaram. A nossa faculdade mental seria muito pobre e muito semelhante √† dos animais superiores se n√£o existisse a linguagem, de modo que teremos de concordar que, aquilo que nos distingue em primeiro lugar dos animais, o devemos √† nossa vida na comunidade humana. O homem isolado ‚ÄĒ entregue a si desde o nascimento ‚ÄĒ manter-se-ia, na sua maneira de pensar e de sentir, primitivo como um animal, dum modo que dificilmente podemos imaginar. O que cada um √© e significa, n√£o o √© t√£o-s√≤mente como ser isolado, mas como membro duma grande comunidade humana, que determina a sua exist√™ncia material e espiritual desde o nascimento √† morte.
Aquilo que um homem leva para a sua comunidade depende,

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Rela√ß√Ķes de Poder entre Homens e Mulheres

Por cada mulher e rapariga atacadas com viol√™ncia, reduzimos a nossa humanidade. Por cada mulher for√ßada a ter sexo desprotegido por exig√™ncia do homem, destru√≠mos dignidade e orgulho. Cada mulher que tem de vender a sua vida por sexo, condenamos a pris√£o perp√©tua. Por cada mulher infectada pelo VIH, destru√≠mos uma gera√ß√£o. (…) Temos de ser honestos e sinceros sobre as rela√ß√Ķes de poder entre homens e mulheres na nossa sociedade, e temos de ajudar a construir um ambiente de maior capacita√ß√£o e apoio, que coloque o papel da mulher na ribalta desta luta. Cada um de n√≥s – irm√£ e irm√£o, m√£e e pai, professor e aluno, sacerdote e paroquiano, gerente e trabalhador, presidentes e primeiros-ministros – t√™m de juntar a sua voz a esta exig√™ncia de actua√ß√£o.

A Maternidade n√£o me Aborrece

A maternidade n√£o me aborrece e devo afirmar at√© que, dada a influ√™ncia determinante de minha m√£e, em mim, sou uma pessoa marcada pelo signo materno. Tenho um apre√ßo muito especial pela maternidade. S√≥ que √† mulher n√£o compete apenas uma maternidade de tipo fisiol√≥gico. Cabe-lhe ultrapassar esse aspecto na medida em que pode conquistar uma sabedoria de tipo maternal para intervir no mundo, e orient√°-lo. Um mundo onde s√≥ o homem tem a palavra, palavra essa que √© origem de tantos desmandos, guerras, conflitos e solu√ß√Ķes prec√°rias de car√°cter econ√≥mico e social.
Estruturalmente, a mulher √© avessa, al√©rgica √† ideia de guerra e de conflito. A sua pr√≥pria experi√™ncia maternal a predisp√Ķe contra a guerra. D√° vida mas n√£o gosta de contribuir para a sua destrui√ß√£o. √Č por uma actua√ß√£o pac√≠fica.

Decadência

Iguais às linhas perpendiculares
Caíram, como cruéis e hórridas hastas,
Nas suas 33 vértebras gastas
Quase todas as pedras tumulares!

A frialdade dos círculos polares,
Em sucessivas atua√ß√Ķes nefastas,
Penetrara-lhe os próprios neuroplastas,
Estragara-lhe os centros medulares!

Como quem quebra o objeto mais querido
E começa a apanhar piedosamente
Todas as microscópicas partículas,

Ele hoje vê que, após tudo perdido,
S√≥ lhe restam agora o √ļltimo dente
E a armação funerária das clavículas!

Eu penso que acabo por voltar a ser muito ego√≠sta como artista. Quero dizer, eu realmente apenas escrevo e gravo aquilo que me interessa e abordo as actua√ß√Ķes em palco da mesma forma.

O que há é que impor uma disciplina de actuação do poder económico e dos investimentos, para que ele seja feito com proveito de todos nós e não apenas para os detentores desse poder.

O conv√≠vio com um √ļnico homem inteligente √© suficientemente recompensador, mas, se o que se encontra s√£o apenas tipos ordin√°rios, ent√£o faz bem ter uma profus√£o deles, para que a variedade e a actua√ß√£o em conjunto produzam algum efeito: e que o c√©u lhe conceda paci√™ncia!

A Censura de Um Deve Pesar Mais que uma Plateia de Ignorantes

Hamlet (para um dos actores): Portanto, nada de conten√ß√£o exagerada. O seu discernimento deve ser o seu guia. Ajuste o gesto √† palavra, a palavra ao gesto, e cuide de n√£o perder a simples naturalidade. Pois tudo o que √© for√ßado foge do prop√≥sito da actua√ß√£o, cuja finalidade, tanto na origem como agora, era e √© erguer um espelho diante da natureza. Mostrar √† virtude as suas fei√ß√Ķes; ao orgulho, o desprezo, e a cada √©poca e gera√ß√£o, sua figura e estampa. O exagero e a imper√≠cia podem divertir os incultos, mas causam apenas desconforto aos judiciosos; √†queles cuja censura, ainda que de um s√≥, deve pesar mais em sua estima que toda uma plateia de ignorantes.

O Homem Deformado pela Sociedade

Formou Deus o homem, e o p√īs num para√≠so de del√≠cias; tornou a form√°-lo a sociedade, e o p√īs num inferno de tolices. O homem ‚ÄĒ n√£o o homem que Deus fez, mas o homem que a sociedade tem contrafeito, apertando e for√ßando em seus moldes de ferro aquela pasta de limo que no para√≠so terreal se afei√ßoara √† imagem da divindade ‚ÄĒ o homem assim aleijado como n√≥s o conhecemos, √© o animal mais absurdo, o mais disparatado e incongruente que habita na terra.

Rei nascido de todo o criado, perdeu a realeza: pr√≠ncipe deserdado e proscrito, hoje vaga foragido no meio de seus antigos estados, altivo ainda e soberbo com as recorda√ß√Ķes do passado, baixo, vil e miser√°vel pela desgra√ßa do presente.
Destas duas t√£o apostas actua√ß√Ķes constantes, que j√° per si s√≥s o tornariam rid√≠culo, formou a sociedade, em sua v√£ sabedoria, um sistema quim√©rico, desarrazoado e imposs√≠vel, complicado de regras a qual mais desvairada, encontrado de repugn√Ęncias a qual mais aposta. E vazado este perfeito modelo de sua arte pretensiosa, meteu dentro dele o homem, desfigurou-o, contorceu-o, f√™-lo o tal ente absurdo e disparatado, doente, fraco, raqu√≠tico; colocou-o no meio do √Čden fant√°stico de sua cria√ß√£o ‚ÄĒ verdadeiro inferno de tolices ‚ÄĒ e disse-lhe,

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