Frases sobre Horror

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Frases de horror escritos por poetas consagrados, filósofos e outros autores famosos. Conheça estes e outros temas em Poetris.

Criminosos s√£o uma pequena minoria em qualquer √©poca ou pa√≠s. E o dano que eles causaram √† humanidade √© infinitesimal quando comparado com os horrores ‚Äď o derramamento de sangue, as guerras, as perseguis√Ķes, a fome, as escraviza√ß√Ķes, as destrui√ß√Ķes em grande escala ‚Äď perpetradas pelos governos da humanidade. Potencialmente, o governo √© a mais perigosa amea√ßa aos direitos do homem: ele mantem o monop√≥lio do uso de for√ßa f√≠sica contra v√≠timas legalmente desarmadas. Quando irrestrito e ilimitado pelos direitos individuais, um governo √© o mais mortal inimigo do homem.

√Č preciso comungar com a alegria, a beleza, a cor da vida. Quanto menos se falar dos horrores da vida, melhor se vive.

Penso na incompreens√≠vel seq√ľ√™ncia de mudan√ßas que fazem uma vida. Penso que o destino dos seres humanos, ininterpret√°vel e mesmo assim cheio de significa√ß√£o divina, √© composto pela fus√£o de belezas, horrores e absurdos.

Em tudo eu vejo sempre os antecedentes, as consequ√™ncias, as raz√Ķes e as causas: sou como as crian√ßas que desmancham o brinquedo que as entret√©m s√≥ pelo prazer de saber o que est√° dentro. Apesar do meu tradicional horror √†s ci√™ncias positivas, eu tenho uma grande dose de positivismo e a ci√™ncia a que na vida ligo maior import√Ęncia √© a matem√°tica.

Tenho pela mentira um horror quase f√≠sico. Sinto-a √† dist√Ęncia e agora… neste mesmo momento… sinto-a vaguear, asquerosa e suja, em volta da minha alma que vibra no orgulho de ser pura. Se os outros me n√£o conhecem, eu “conhe√ßo-me”, e tenho orgulho, um incomensur√°vel orgulho em mim!

A repulsa é uma das formas de obsessão e que, se desejamos alguma coisa, é mais fácil pensar nela com horror do que deixar de pensar.

O horror n√£o √© inimagin√°vel, n√£o tem a cara de um monstro nem as asas de morcego de um dem√≥nio. √Č calmo e tranquilo, e √© dur√°vel, durando dias e noites, meses; anos, talvez. N√£o √© mortal. Ele ataca os olhos, s√≥ os olhos.

√Ä primeira vista, n√£o existe nada de caracteristicamente humano nas emo√ß√Ķes, uma vez que √© bem claro que os animais tamb√©m t√™m emo√ß√Ķes. No entanto, h√° qualquer coisa de muito caracter√≠stico no modo como as emo√ß√Ķes est√£o ligadas √†s ideias, aos valores, aos princ√≠pios e aos ju√≠zos complexos que s√≥ os seres humanos podem ter, sendo nessa liga√ß√£o que reside a nossa ideia bem leg√≠tima de que a emo√ß√£o humana √© especial. A emo√ß√£o humana n√£o se reduz ao prazer sexual ou ao pavor de r√©pteis. Tem a ver, igualmente, com o horror de testemunhar o sofrimento e com a satisfa√ß√£o de ver cumprida a justi√ßa.

Ter opini√Ķes definidas e certas, instintos, paix√Ķes e car√°cter fixo e conhecido – tudo isto monta ao horror de tornar a nossa alma num facto, de a materializar e tornar exterior.

Está na moda enfatizar os horrores da guerra. Eu não a acho assim tão horrorosa. A guerra é tão horrível quanto coisas que acontecem ao nosso redor todos os dias, se ao menos temos olhos par vê-las.

Para não mentir, não é necessário ser santo, basta ser honrado, porque não há coisa mais afrontosa, nem que maior horror faça a quem tem honra, que o mentir.

Pergunto-me por que o uivar de lobos, os trov√Ķes, os raios constituem o pano de fundo para as cenas de horror. Pois, quando o medo √© muito, faz-se um sil√™ncio na alma. E nada mais existe.

√Č somente pelo amaciamento e disfarce da carne morta atrav√©s do preparo culin√°rio, que ela √© tornada suscept√≠vel de mastiga√ß√£o ou digest√£o e que a vis√£o de seus sucos sangrentos e horror puro n√£o criam um desgosto e abomina√ß√£o intoler√°veis.

Nossos livros de escola glorificam a guerra e escondem seus horrores. Eles incutem ódio nas veias das crianças. Eu preferiria ensinar paz do que guerra. Eu preferiria incutir amor do que ódio.